Dia do Estudante

A Fundação Roberto Marinho patrocinou o Dia do Estudante para todos os alunos das escolas que estão na FAMASUL, entre elas, o Ginásio Municipal que foi contemplado com várias oficinas pedagógicas nos dois turnos: manhã e tarde. Os estudantes particiram das oficinas com bastante entusiasmo e vivenciaram o Dia do Estudante com atividades lúdicas. Todas voltadas para o resgate da identidade e da autoestima. Houve oficina de: movimento corporal, cordel, teatro, reciclagem, meio ambiente, Ascenso Ferreira, produção literária, nutrição,etc. Toda programação foi transmitida pela TV Futura..

Parabéns a todos os estudantes!


POESIA TEM TODO DIA...

Falar de poesia é falar de vida, de alma, de história, de emoção, enfim, de arte e porque não dizer, de afeto, já que a poesia nos toca através das palavras. Com ela, podemos nos encantar, emocionar, vibrar, chorar, recordar ou sonhar. A poesia está por toda parte e tudo pode virar poesia, como bem disse o poeta Elias José em uma de suas poesias intitulada Tem tudo a ver. Nela, o poeta deixa claro que a poesia está por toda parte e que tudo pode virar poesia. Ela é tão necessária ao homem quanto à água, o oxigênio, só que a água e o oxigênio alimentam o corpo, a poesia não; alimenta a alma. É através da poesia que o homem tem mais condição, dizia Elliot: “De descobrir aspectos até então desconhecidos no mundo; ver o mundo conhecido, mas sob um novo aspecto”. É através da leitura de poemas que podemos nos comunicar com o mundo, seja conhecendo, trocando ou transmitindo ideias. E é brincando com as palavras que cada um vai se encontrando e mostrando que a poesia é viva e que ela pode falar da vida da gente, das pessoas, e das coisas que vivem ao nosso redor.


MUNDO NOVO

MAYSA EMANUELLE

Quando nasci um anjo claro,
Desses que brilham no escuro,
Exclamou: vai, vai garota,
Tentar viver num mundo novo!

E que mundo... Mundo esse
Onde valores são outros,
Onde vivemos o medo,
Onde tudo muda o tempo todo,
Onde há uma busca incansável
Pela perfeição..

Mas, o que eu posso fazer
Diante disso? O jeito mesmo
É me adaptar... É tentar ser feliz...
E com certeza brilhar,
Mesmo que todas as luzes estejam por se apagar.

A juventude me preocupa,
E eu me pergunto por quê?
Mas, pra que me preocupar tanto assim?
Ainda sou jovem... Deixa a vida me ensinar...
Deixa a vida me guiar! (Poema inspirado no poema de Drummond, chamado Sete Faces)

O Haiti será aqui?

Tsunami,
Catástrofe, tragédia, 
Quem esperava essa avalanche?
A cidade coberta pelas águas.
Helicópteros, bombeiros, lanchas.
Dor, tristeza, desolação, perda...
Destruição... calamidade pública!
Caos, miséria, fome, tudo assusta.
É gente...é gente...por todo canto.
É gente que vai, é gente que vem,
É gente que xinga, é gente que explora,
É gente frágil, é gente solidária,
É gente fraterna, é gente humilde.
Nada será como antes...
Cenário caótico.
Devagar caminha a cidade,
Caminha... devagar...
devagar ela caminha... caminha!
Sua história?
Quem viver verá...
Na terra dos poetas
Tudo renascerá. (Eliete Carvalho)

Dia do Estudante

É na escola...
É na escola que a gente descobre o mundo através dos livros;
É na escola que nos apaixonamos pela Língua Portuguesa, descobrimos a matemática, a geografia, a história, a ciência e as artes;
É na escola que aprendemos nos relacionar uns com os outros;
É na escola que começam nossas paqueras, nossos namoros, nossas amizades;
É na escola que aprendemos valores como respeito, solidariedade e honestidade;
É na escola que dividimos tristezas, alegrias e sonhamos com dias melhores;
É na escola que definimos o que queremos ser: professor, médico, arquiteto, engenheiro, entre tantas outras profissões;
E até mesmo para ser um jogador de futebol, um artista famoso, um modelo...
É na escola que ele tem que passar;
É na escola que, para ser gente de verdade, é com ela que devemos sonhar todos os dias.  (Eliete Carvalho)

O Haiti é aqui...

Em uma das músicas de Caetano Veloso, encontramos a citação “O Haiti é aqui”, frase que nos leva também a comparar o que aconteceu na cidade de Palmares, complemente devastada pela força das águas do Rio Una, com a situação catatônica e semelhante que abateu o Haiti com a chegada do terremoto, deixando inúmeras vítimas, inclusive a missionária do Brasil, da Pastoral da Criança Zilda Arns, que teve sua vida interrompida justamente quando realizava uma palestra dentro de uma igreja para os haitianos.
                 Terremoto, tsunami, avalanche são palavras que servem para descrever o que ocorreu em Palmares nos últimos dias, do mês de junho de 2010. A cidade foi pega de surpresa pela enchente, não dando tempo a população de salvar seus pertences, móveis e até mesmo seus parentes. Muitos ficaram em suas casas no primeiro andar, em cima de lajes, achando que as águas não iram chegar, e tiveram que ser socorridos, de urgência, por helicópteros, Corpo de Bombeiros, lanchas e tantas outras formas de salvamento para não perderem suas vidas.  A força das águas foi tanta que as casas caíram em efeito dominó, pontes partiram, assim como árvores, carros e postes foram arrastados pela correnteza.
                 Tristeza maior não há. As vítimas estão ainda em estado de choque. O sentimento é de desespero, dor e muita aflição de todos aqueles que perderam parentes, lojas, casas, móveis e ficaram só com a roupa do corpo. Tudo foi destruído. “Palmares não existe mais”. É o que as pessoas falam de um canto a outro da cidade. O município ficou submerso pelas águas, e, certamente, é um dos mais atingidos da região da Mata Sul. O cenário aqui é caótico. A população atingida pela enchente está abrigada em escolas, casas de amigos e parentes. E não sabe o que fazer porque suas casas já não existem mais. A cidade está em calamidade pública. Falta energia, água, comida, roupa, remédios, material de limpeza, higiene, colchão, cobertor, toalha, etc.
                 Em toda parte da cidade, é gente que vai, é gente que vem, é gente curiosa, é gente que atrapalha, é gente que assusta, é gente que xinga, é gente que se aproveita da fragilidade e da situação de miséria das pessoas vitimadas para saquear e invadir residências, sem falar daquelas que querem explorar vendendo mercadorias acima do preço, mas também há gente solidária e que não mede esforços para ajudar o seu semelhante.
                  Desolação. É palavra que fica depois do caos. Esse é o cenário estampado no visual da cidade e nos rostos das pessoas. A pergunta agora é: como recomeçar? Tudo está perdido. Os prejuízos são incalculáveis. Muitos prédios históricos foram danificados; outros caíram completemente comprometendo até a própria história da cidade. Diante de tanto caos, destruição, dor e sofrimento, certamente, o Haiti é aqui. Mas, sejamos fortes, amigos! Vamos recomeçar...
"para a história nada se perde, cada fragmento carrega a memória e o tempo".

                                                             LER É PRECISO

                  Estou cansada de ouvir que os jovens não gostam de ler, muito menos de escrever. As reclamações parecem ser unânimes: dos pais, dos professores e até mesmo dos próprios jovens. Na escola, são várias as tentativas para fazer os jovens lerem. Muitas vezes, a escola não conhece a causa da recusa dos jovens em relação à leitura e termina impondo-a como parâmetro para incentivar o gosto pela leitura, mas quase sempre as experiências dão erradas. Primeiro porque não é obrigando que se fará com que os jovens leiam. Segundo porque ninguém aprende a ler só porque o professor ou alguém diz: “A leitura é fundamental!”. “Leiam”! Isso em nada acrescentaria a um jovem que não foi trabalhado para desenvolver o hábito da leitura. Ninguém nasce sabendo. Também não se aprende a ler de um dia para outro. Daí a importância de se estimular a criança desde cedo a ter acesso ao livro, de preferência, livros interessantes que estimulem a imaginação e que sirvam de exemplos para o seu desenvolvimento intelectual.

                 Livros, revistas, jornais, poesias, contos, romances são excelentes fontes de leitura, porém é preciso estar em sintonia com aquilo que os jovens gostam/gostariam de ler, para que a leitura venha a se processar sem bloqueio, sempre fruto do desejo e da curiosidade. Está mais que provado que quando a leitura interessa, ao contrário do que muita gente pensa, o jovem vai além das expectativas do professor. Já presenciei muitos alunos meus devorando livros, entusiasmados com a leitura e prontos para prosseguir adiante. Quando isso acontece, é porque a leitura, na verdade, sempre esteve presente nas suas vidas. Neste caso, a leitura torna-se um prazer. É fato também que esses jovens, nos seus primeiros anos, tiveram pais que leram para eles. Por outro lado, outros com ojeriza à leitura, sem vontade, sem estímulo para ler, justamente porque muitos não aprenderam a ler ou a leitura recomendada de alguns livros não chamou sua atenção. Isso sem esquecer que os jovens da escola pública, na sua maioria, chegam à escola já desestimulados. Os pais não os acompanham, muitos são analfabetos; e outros nem se preocupam com o que venha acontecer com seus filhos.

                É muito fácil ou até cômodo dizer que os jovens não gostam de ler. Para mim, isso é um mito ou uma desculpa para fugir da realidade encontrada na grande maioria das escolas públicas de todo o país. Os jovens gostam sim de ler. O problema é que nem sempre a escola está preparada para desenvolver o hábito da leitura.
               O que me parece urgente é fazer com que a leitura seja estimulada, não importa a série ou a idade, o ideal é dar condições, criar oportunidades para que os jovens entrem em contato com a leitura de bons livros, mas essa leitura jamais poderá ser solta, sem direção ou de forma aleatória. Fazer a leitura entrar na vida dos jovens não é só questão de um incentivo a mais, mas ela é uma das ferramentas importantes para o pleno exercício da cidadania. Acho que não é jogando a responsabilidade para os jovens que escola ensinará a ler, antes é tarefa precípua dela. Assim sendo, a escola precisa tornar o ato de ler em experiências interessantes e gratificantes para busca de um leitor competente, fugindo, lógico, dos maçantes trabalhos de leitura que em nada acrescentam à vida dos jovens.

CLASSES DE PALAVRAS EM PORTUGUÊS

Na Gramática Descritiva, de Mário Perini, no capítulo intitulado Classes de Palavras em Português, percebe-se uma crítica em torno das definições das categorias gramaticais. As críticas são pertinentes na medida em que certas definições dadas às classes de palavras deixam a desejar ou são duvidosas. Assim, o autor é imbatível ao questionar, principalmente, os exemplos colocados pela maioria dos gramáticos, como também, discute novas definições, sempre baseado em exemplos da língua viva e fluente dos falantes da língua materna.

                       As palavras, segundo o autor, na língua portuguesa, devem ser classificadas pelo seu potencial funcional em nível semântico e não pela sua classificação, apenas. Ora, o que vem a ser mesmo um substantivo? Um verbo? Um adjetivo? Se as palavras mudam de acordo com o desejo do falante como, nesse exemplo, trazido pelo autor: Tenho um sobrinho fazendeiro. Aqui, a palavra fazendeiro deixa de ser substantivo para ser o modificador do substantivo sobrinho, ou seja, ela é um adjetivo. Nota-se que a palavra não foi analisada isoladamente, mas dentro de um contexto frasal, possibilitando uma análise da palavra na sua real função. Esse e outros exemplos são colocados em xeque no capítulo intitulado Classes de Palavras.

                        Em se tratando de verbos, a definição de que somente os verbos podem desempenhar a função de núcleo do predicado fica vaga. Não se pode dizer que o verbo é sempre núcleo do predicado, porque há casos de frases em que o núcleo do predicado não é o verbo e, sim, o adjetivo. O exemplo a seguir traduz um pouco o que Perini sempre questiona: as definições duvidosas. Veja:  Minha mãe é maravilhosa. O núcleo aqui não é o verbo e, sim, o adjetivo. Nesse caso, temos um predicado que é nominal com um verbo de ligação e um núcleo que é a palavra maravilhosa. Há de se considerar que algumas definições verificadas nas gramáticas são imprecisas ou vagas, assim como afirma Perini em sua Gramática Descritiva.

                        É evidente que o texto não trata apenas dessa definição. Todas as categorias gramaticais são alvo de estudo e de críticas, mas como o próprio autor mencionou no debate que envolve as categorias gramaticais que não dispunha de levantamento léxico. A análise foi feita com base nas diferenciações das funções das palavras no contexto de produção. Há de se considerar, portanto, o provisório. Perini chega a ser exaustivo quando usa as abreviações, que, a meu ver, dificultam o entendimento do texto. Contudo, a mensagem do texto é riquíssima.

                      O autor traz ainda uma breve explicação do que seja a gramática descritiva e a normativa. A gramática descritiva procura descrever a língua a partir de sua funcionalidade, ou seja, ela se utiliza do real emprego das palavras no contexto de produção, ao contrário da normativa, que nos impõe conceitos, regras e exemplos que muitas das vezes nem questionamos.

                       Ler Perini, sem dúvida, é importante para compreensão e distinção da gramática descritiva em relação à normativa, mas também pela riqueza de conteúdo abordado, permitindo aos leitores múltiplas reflexões e leituras/releituras acerca das categorias gramaticais – As Classes de Palavras da Língua Portuguesa.

A ESCOLA QUE EU ESTUDO

                                A escola é um lugar de aprendizagem onde se realizam os sonhos. Nela, cada um tem grandes histórias para contar e cultivar vários amigos. Seu papel é sempre o de orientar a criança até tornar-se um adulto com conhecimento, comprometido e dedicado com o que faz.


Uma grande escola se importa com seus alunos. Isso é bem visto na escola que eu estudo o Colégio Municipal Fernando Augusto Pinto Ribeiro, mais conhecido como Ginásio Municipal. Ele leva todos os dias para várias crianças e adolescentes um ensino de qualidade do 6º ao 9º ano, mostrando para todos a importância da educação na vida das pessoas.


O seu ensino é considerado o melhor da cidade. Ele nos dá prazer todos os dias e nos incentiva a estudar para alcançarmos as nossas metas, principalmente quando realiza vários projetos com atividades diversificadas como, por exemplo, a dança, a poesia, o teatro e a literatura.

                               Eficiência é outro ponto que não posso deixar de falar, pois a instituição tem professores qualificados, diretores e coordenadores capacitados para dirigir a escola. É uma escola que possui uma infraestrutura muito boa, oportunizando aulas de educação física, ambientes climatizados, aula de informática, laboratório de ciências e matemática para facilitar a aprendizagem dos alunos.

                               São 61 anos de tradição educando e incentivando crianças e jovens a estudar. Tenho orgulho por ela ser uma das melhores escolas do município, preparando desde 1948 os estudantes para o conhecimento e para a vida. Por isso, ela já faz parte da minha família e da família de muitos os palmarenses.

Redação para o 2º Concurso Literário da Secretaria de Educação - Aluna Talita Emanuele, 8ª D

PÁTRIA AMADA, BRASIL!

                  Quem é brasileiro logo fará uma referência do título desta crônica ao Hino Nacional a partir dos últimos versos: “Dos filhos deste solo és mãe gentil, pátria amada, Brasil!”. Em clima de Copa do Mundo, com as expectativas da estreia do Brasil na África do Sul, não tem que segure o torcedor brasileiro. Não importa a classe social, a etnia, a religião, a cultura ou região do país, todos se vestem de verde-amarelo para sonhar com o hexacampeonato. Os olhares se voltam para o país do futebol. Seja em casa, nas ruas, nos bares, na escola ou no trabalho, o que vale mesmo é torcer e vibrar para a Seleção Brasileira trazer a taça para alegria de 198 milhões de brasileiros.

                  São muitas previsões, palpites, apostas, festas de um canto a outro do país. Comemorações não vão faltar, nem o churrasquinho, a cervejinha, antes ou depois das partidas, claro. O torcedor merece. Até de quem não acompanha ou nunca assistiu a uma partida inteira de futebol, mas na Copa do Mundo vale tudo. Ficar parado nem pensar. A emoção, o coração batendo forte, o sentimento de amor e de paixão ao país se afloram, em época de Copa do Mundo, e toma conta de crianças, jovens, adultos e velhos, principalmente, na hora em que a amarelinha entra em campo.

                 O país praticamente para e não se fala em outra coisa: Copa do Mundo 2010! E dia de jogo nem fala... é aquela correria, expectativa, nervosismo, euforia, buzinas, apitos, carros decorados com bandeironas, bandeirinhas e bandeirolas por todos os lados. O espetáculo do futebol, de fato, irradia a todos, não restam dúvidas. É a febre do verde e amarelo que contagia os brasileiros e vai tomando conta da família “pátria amada, Brasil!

                 A corrida para ver o Brasil jogar se aproxima, mas quem se agita mesmo é o comércio que espera ainda mais aumentar as vendas de adereços como camisas, bonés, pulseiras, brincos, tiaras, bandeiras, chaveiros, etc. Sem falar, dos aparelhos de TVs. Tudo para não perder o espetáculo e a magia do futebol brasileiro na África do Sul. É Copa! É Copa! É Copa! E ela só acontece de quatro em quatro ano. Então, por que perder a chance de reconhecer que o país é o melhor do futebol? Agora, é a hora.

                “Entre outras mil! És tu, Brasil”. É o que todos os brasileiros querem ouvir com o advento da Copa do Mundo. A nação se prepara para ver Galvão Bueno gritar, em cadeia nacional, é gol...é gol...é gol...é do Brasil! São os meninos do Brasil! Essa será a voz mais lembrada entre os brasileiros. Com certeza, valerá apena esperar para ver o Brasil jogar. A espera é grande, mas o amor à Pátria Amada é mais ainda. Que venham muitas e muitas vitórias! Sou brasileira com muito amor, Brasiiiiiiiil! 



Eu quero ser Poeta...

Há dias que estou tentando
Escrever um poema.
Surgem-me tantas ideias,
mas não consigo expressá-las.
Sofro por não ter o dom da palavra.
Como sofro!
O que eu queria mesmo era ser poeta.
Brincar com as palavras, os versos,
as rimas, as metáforas...
Ouvir minha voz fora de mim.
Queria , na verdade, girar o mundo.
Está aqui e ali.
Queria poder voar.
Impossível.
Estou presa à palavra.
Tudo é tão limitado, tão desconhecido.
Tão inacessível.
Fico rabiscando, rabiscando...
Por que insisto em querer ser poeta? (Poesia)

Eliete Carvalho


ESCOLA ATIVA,  O PASSO EU FAÇO...  

No dia 16/06/2010, aconteceu a Formação Continuada da ESCOLA ATIVA, no município de Palmares. A professora Eliete Carvalho fez a formação com a temática: Concepção de Língua e Linguagem. O objetivo foi proporcionar momentos de reflexão sobre a prática pedagógica a partir das concepções de língua e linguagem. Mostrar também como a teoria está relacionada com o fazer pedagógico, fornecendo subsídios teóricos e metodológicos para a melhoria do ensino e da aprendizagem da educação no campo. A Secretaria de Educação está de parabéns e todos os professores também. Escola Ativa, o passo eu faço.